Nova Lei garante mais tempo de licença e salário-maternidade em casos de internação
Confira o que muda na prática
Foi sancionada pelo Governo Federal, durante a Conferência Nacional de Mulheres, uma lei que muda para melhor a vida de muitas famílias brasileiras. A partir de agora, quando a mãe ou o bebê precisarem ficar internados, a licença-maternidade poderá ser prorrogada em até 120 dias depois da alta hospitalar. Além disso, o salário-maternidade também será garantido nesse período.
Isso significa que a mãe não vai mais perder o tempo precioso da licença dentro de um hospital. A nova regra devolve às famílias o direito de viverem juntos, em casa, os primeiros meses de vida da criança.
Até aqui, muitas mães voltavam ao trabalho sem ter passado o tempo adequado com o filho, já que boa parte da licença era consumida nos corredores hospitalares. Agora, a lei corrige essa injustiça e dá mais dignidade às famílias.
Na cerimônia, o presidente Luís Inácio afirmou que o objetivo é garantir tranquilidade em um dos momentos mais delicados da vida das mulheres. A fala repercutiu bem entre movimentos sociais e organizações que defendem a infância, que consideram essa mudança uma vitória da luta feminina.
O que muda na prática:
A licença pode ser prorrogada por até 120 dias depois da alta.
O salário-maternidade acompanha a prorrogação.
Vale para quando a mãe ou o bebê precisam de internação.
A regra é obrigatória em todo o território nacional.
Na nossa cidade e na região, onde tantas mulheres trabalham em fábricas, no comércio e no serviço público, essa lei pode fazer toda a diferença. Afinal, quantas mães já não viveram a angústia de ver o filho no hospital e, ao mesmo tempo, o relógio da licença correndo? Agora, essa conta não cai mais no colo delas sozinhas.
Essa lei é como uma reparação justa. Agora que já é obrigatória em todo o Brasil, é hora de empresas, indústrias, comércios e empregadores daqui da região fazerem sua parte. Não basta estar no papel, é preciso cumprir e respeitar.
E, que, Aracruz seja exemplo na aplicação dessa lei. Que nenhuma mãe da cidade precise escolher entre cuidar do filho em recuperação e manter o emprego. Esse é o tipo de avanço que a gente quer ver acontecer de verdade, na prática, no dia a dia da população.
Por: Hellen Clementino

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