Teleconsultas do SUS alcançam todos os 78 municípios do ES com mais de 78 mil atendimentos
Estratégia reduz filas e moderniza acesso a especialistas em todas as regiões
Implementadas há um ano, as teleconsultas do Sistema Único de Saúde (SUS) consolidaram-se como um marco na saúde pública capixaba. O modelo, que teve início de forma pioneira na Região Sul, expandiu-se para todos os 78 municípios do Espírito Santo. A estratégia faz parte de um pacote de investimentos do Governo do Estado que visa modernizar o atendimento e reduzir as filas de espera por especialistas.
Balanço e Alcance Regional
Entre janeiro e novembro de 2025, o estado registrou um total de 78.098 atendimentos via telemedicina. A adesão ao serviço demonstra uma descentralização eficiente do cuidado especializado:
• Região Metropolitana: 45.000 atendimentos.
• Região Norte: 18.293 atendimentos.
• Região Central: 9.705 atendimentos.
• Região Sul: 5.100 atendimentos.
Eficiência e Investimento
Segundo o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann, a teleconsulta não é apenas uma ferramenta tecnológica, mas uma política pública estruturante.
“As teleconsultas consolidam uma nova forma de organizar o cuidado em saúde no Espírito Santo. Em apenas um ano, conseguimos estruturar uma política pública que ampliou o acesso às especialidades, reduziu filas, qualificou a Atenção Primária e garantiu mais equidade entre as regiões. Hoje, ela é uma estratégia permanente do SUS capixaba, com impacto direto na vida das pessoas em todos os 78 municípios”, afirmou Hoffmann.
Em 2025, o governador Renato Casagrande anunciou investimentos para viabilizar 1,9 milhão de procedimentos, incluindo o reajuste nos valores pagos por consultas especializadas para atrair mais profissionais e fortalecer a rede.
Benefícios Diretos ao Paciente
A principal vantagem do modelo é a capacidade de encurtar distâncias e qualificar a Atenção Primária. Pacientes de cidades do interior agora têm acesso ágil a especialidades como:
• Angiologia e Cardiologia;
• Psiquiatria e Dermatologia;
• Nefrologia e Ortopedia.
O impacto é sentido na ponta pelo usuário. A aposentada Tereza de Souza Rodrigues, 69 anos, moradora de Mimoso do Sul, aprovou a experiência:
“Eu achei muito bom. Quando ouvi dizer, achei que não ia gostar, mas foi todo mundo muito atencioso. É diferente, né!? A médica do outro lado da tela. As coisas estão avançando, e quando é para ajudar a gente é melhor ainda. Foi como uma consulta normal e eu gostei”, relatou Tereza.

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