Cotações do Agro
Café, pimenta e cacau movimentam o campo capixaba
O agronegócio segue sendo um dos pilares da economia do Espírito Santo e do Brasil. Nesta sexta-feira, 30 de janeiro, as principais commodities agrícolas — café, pimenta-do-reino e cacau — apresentam cotações que refletem o atual momento do mercado, marcado por equilíbrio entre oferta e demanda e atenção redobrada dos produtores na hora de comercializar.
Na região Norte do Estado, onde Aracruz está inserida, o campo segue atenta aos preço, impactos do clima, custos de produção e o comportamento do mercado internacional.
Cotações atualizadas do dia
| Produto | Região / Unidade | Valor médio |
|---|---|---|
| Café Arábica | Brasil – saca de 60 kg | R$ 2.108,00 |
| Café Conilon (Robusta) | Espírito Santo – saca de 60 kg | R$ 1.227,00 |
| Pimenta-do-reino preta (ASTA) | Norte do ES – kg | R$ 28,00 |
| Cacau | Espírito Santo – saca de 60 kg | R$ 960,00 |
| Cacau | Bahia – arroba (15 kg) | R$ 240,00 |
| Cacau | Pará – kg | R$ 16,00 |
Força do conilon mantém Espírito Santo em destaque
O café continua sendo o principal produto da agricultura capixaba. O conilon, amplamente cultivado no Norte do Estado, mantém cotação acima de R$ 1.200 a saca, sustentado pela demanda interna e pela presença do Brasil no mercado internacional.
Já o arábica, mais concentrado em outras regiões do país, segue valorizado, ultrapassando os R$ 2.100 por saca. O cenário reflete tanto a qualidade do grão brasileiro quanto a atenção do mercado global às condições climáticas e à oferta mundial.
Para o produtor capixaba, o momento exige cautela e planejamento: vender bem significa acompanhar o mercado quase diariamente.
Pimenta-do-reino mantém preço firme no Norte capixaba
Tradicional no Espírito Santo, a pimenta-do-reino registra cotação de R$ 28,00 o quilo. O valor reflete um mercado estável, ainda que sensível a variações climáticas e custos de manejo.
A cultura segue como importante alternativa de renda para pequenos e médios produtores, especialmente nas regiões mais quentes e úmidas do Estado.
Cacau ganha espaço como cultura de diversificação
Embora não seja a principal cultura capixaba, o cacau aparece com preços consistentes no Espírito Santo, chegando a R$ 960,00 a saca. Em estados tradicionalmente produtores, como Bahia e Pará, os valores variam conforme a forma de comercialização e a logística.
O interesse pelo cacau tem crescido, impulsionado pelo mercado do chocolate e pela busca de diversificação nas propriedades rurais.
No Espírito Santo, o agronegócio segue como motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e fortalecimento do interior. Cooperativas, produtores independentes e empresas do setor têm papel decisivo na organização da produção e no acesso aos mercados.
Para regiões como Aracruz e todo o Norte capixaba, acompanhar as cotações é estratégia de sobrevivência e crescimento no campo.
📌 A Folha Aracruz segue acompanhando diariamente o mercado agrícola, trazendo informação clara, local e conectada com a realidade de quem produz.

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